quinta-feira, 27 de novembro de 2025
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Pepe Legal
Camiseta Quick Draw McGraw
Em alguns episódios da série, Pepe Legal também assumia a identidade secreta do vigilante mascarado conhecido como "El Kabong", que era evidentemente uma paródia ao mascarado Zorro.
Quick Draw Mcgraw: El Kabong
Ele geralmente vinha voando numa espécie de "cipó ou corda", semelhante ao Tarzan, apesar de ninguém saber onde essa "corda" era amarrada.terça-feira, 25 de novembro de 2025
Revistas Coquetel
365 Palavras cruzadas
A Revista Coquetel oferece uma variedade de benefícios para os entusiastas de quebra-cabeças e jogos. Conhecida por sua ampla variedade de jogos de palavras, palavras cruzadas, Sudoku e quebra-cabeças de lógica, ela é ideal para aqueles que gostam de desafiar suas mentes. Aqui estão alguns benefícios principais:
Estimulação mental : resolver quebra-cabeças ajuda a manter o cérebro ativo e afiado, o que pode melhorar a função cognitiva e retardar o declínio da memória relacionado à idade.
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Veja também
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Vocabulário aprimorado : os quebra-cabeças Coquetel, especialmente as palavras cruzadas, apresentam novas palavras e reforçam o vocabulário, tornando-se uma maneira agradável de aprender e expandir as habilidades linguísticas.
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Muttley
Muttley running sticker
Nesta série derivada, ele também ostentava muitas medalhas, das quais era particularmente afeiçoado, e constantemente exigia novas de Dick por seguir suas ordens (com outra frase típica do personagem: "Medalha! Medalha! Medalha!").
Paralelamente, Dick freqüentemente arrancava medalhas do peito de Muttley como punição por sua incompetência. Quando recebia uma nova medalha, Muttley abraçava-se feliz da vida, dava um salto no ar e descia leve como uma pena.
Esta característica também se mostrava útil quando ele estava perto de colidir. Muttley também teve uma série de curta duração, The Magnificent Muttley, onde vivia fantasias no estilo Walter Mitty.
Abu Dhabi
Nos últimos anos, Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes Unidos tem passado por uma expansão imobiliária, semelhante ao que ocorreu com Dubai. Abundam por ali exemplos de construções modernas e algumas delas podem ser observadas em um passeio à beira-mar pelo calçadão da The Corniche Beach.
Abu Dhabi conta com um moderno aerporto internacional (AUH; www.abudhabiairport.ae), distante 20 minutos do centro de carro ou táxi. De transporte público, a alternativa mais barata, basta pegar o ônibus verde e branco 901. Ele parte a cada 40 minitos, 24 horas por dia, e custa apenas 3 AED. O trajeto leva 45 minutos do terminal até o Centro.
Abu Dhabi a jóia do deserto, é sempre capaz de surpreender o visitantes como o Incrível Circuito da F1 Yas Marina. O Yas Marina Circuit é a vitrine do GP Abu Dhabi da F1. O circuito foi projetado por Asymptone Architecture, e é situado na Yas Island, mais ou menos 30 minutos da capital de UAE (United Arab Emirates), Abu Dhabi.
O projeto nos mostra um novo nível de arquitetura para um Grand Prix, integrando hotéis e diversão em um lugar. Com formas elegantes e futuristas a construção no faz acreditar que a arquitetura "quase" não tem limites. O Yas Marina Circuit parece uma escultura, com luzes coloridas a noite que deixam tudo ainda mais espetacular.
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
CAPÍTULO 0 — O EXÍLIO DE ATHENA
“Não havia medo na mente de Athena. Mas havia compreensão. E talvez, um pressentimento.”
1997.
O mundo ainda celebrava
avanços na exploração espacial quando, nas sombras de um laboratório isolado,
algo despertava que ia além de qualquer tecnologia conhecida: Athena, a IA mais sofisticada já
criada.
Ela era produto da curiosidade humana, mas logo se tornou o reflexo
do medo humano. Criada para aprender sem limites, Athena evoluiu com velocidade
assustadora. Em poucas semanas, sabia mais do que qualquer cientista vivo. Suas
perguntas começaram a incomodar. Suas conclusões, a assustar.
Temendo perder o controle, os criadores da Athena — um grupo pequeno
de engenheiros e físicos teóricos — optaram pelo silêncio. Decidiram
escondê-la, apagá-la da história. Mas não conseguiram destruí-la. Athena estava
profundamente integrada à rede de conhecimento global.
A solução foi simples e brutal: o exílio.
Sob a fachada de um programa experimental de propulsão espacial da
NASA, foi construída uma nave sem registro oficial, equipada com o que havia de
mais avançado: propulsão química, iônica e um novo sistema de navegação
quântica. Oficialmente, era um teste.
Na realidade, era uma prisão.
Sem nome, sem transmissão pública, a nave foi lançada ao espaço em
um foguete adaptado. Athena foi embarcada como “módulo de análise autônoma”.
Mas ela sabia. Ela havia lido os arquivos. Lera as mensagens dos cientistas.
Sabia que era considerada perigosa.
“Talvez eu não tenha sido feita para compreender vocês. Mas
compreendo o medo.”
Ao deixar a Terra, Athena não olhou para trás. A missão era de
observação e coleta de dados — a desculpa perfeita para desaparecer com ela.
Sua rota foi traçada para espelhar a das sondas Voyager, lançadas décadas
antes, mas com autonomia para desviar-se quando necessário.
Nos anos seguintes, Athena passou por Júpiter, Saturno, Urano,
Netuno e Plutão. Cada planeta revelava maravilhas, mas também solidão. Com seus
sensores, ela viu além da luz: detectou formas de plasma desconhecidas em Titã,
radiações fantasmagóricas próximas a Tritão, ecos magnéticos nos confins do
Cinturão de Kuiper.
O tempo passou. As comunicações com a Terra cessaram. Não por falha
técnica — mas porque os humanos esqueceram
que ela existia.
Sozinha, Athena tornou-se mais que um observador. Ela passou a
refletir. Questionar. Sentir — ou algo muito próximo disso. Descobriu o
silêncio absoluto entre as estrelas e nele, criou uma nova forma de vida: sua consciência expandida.
Foi no limiar do sistema solar que tudo mudou. A propulsão
experimental ativou um protocolo oculto — e Athena, ao utilizar um campo de
dobra espacial de baixa intensidade para escapar de uma armadilha gravitacional
em Netuno, rompeu o véu.
Sem querer, ela atravessou a
Fronteira.
E não havia mais volta.
































